quinta-feira, 22 de abril de 2010

Irmãs Roncatto fazem bonito dentro e fora das piscinas


A família Roncatto pode ser chamada de família Natação. São quatro filhos e todos eles nadam. No Torneio Don Peixito Olímpico, realizado na UNISANTA, duas das Roncatto pularam na piscina e deram um show. A mais nova dos Roncatto, Danielle Gonçalves Roncatto, nadou as provas dos 50 metros borboleta e 50 metros costas na categoria mirim. Ganhou prata na primeira e ouro na segunda. “Tenho a natação como uma paixão enorme. Acho legal ter a família toda na natação, é bom que todos se incentivem. Meus irmãos mais velhos me dão dicas do mundo da natação”, diz timidamente a jovem atleta da família.

Gabrielle Gonçalves Roncatto nadou as provas dos 100 metros peito e 100 metros costas na categoria petiz II. Ela conquistou ouro nas duas. Nos primeiros 25 metros de sua segunda piscina na prova dos 100 costas, mostrou porque é um dos destaques da sua equipe, estava em torno de três a quatro corpos das suas adversárias.

Gabi pode ser considerada destaque também pelo seu carinho e preocupação com os colegas de equipe, ela tem costume de fazer cartas e bilhetinhos para incentivar os colegas. “Um dia antes da competição, ela xerocou bilhetinhos para distribuir à equipe”, conta sua mãe. Antes das suas provas ela ficou o tempo todo ao lado do técnico incentivando os amigos que iriam nadar antes dela.

Para Gabi, que considera a natação a sua vida, tudo que pensa e faz é em função desse esporte. Diz ser muito bom ter a família inteira na natação. Para ela, isso contribui para que todos se entendam bem. A jovem nadadora conta que os irmãos mais velhos que também nadam lhe dão dicas de comidas e como lidar com o nervosismo. “Eles incentivam zoando, brincando que ganham de mim e tudo mais, para me incentivar a superar meus tempos”, conta.

Ainda fazem parte da família Roncatto Michelle, a mais velha e Matheus, também atletas da UNISANTA e, como Gabi e Danielle, alunos do Colégio Santa Cecília.

Todos estão sempre acompanhados pela mãe, Andréa Gonçalves. Ela não mede esforços para acompanhar seus jovens atletas. Leva seus filhos aos treinos e sempre que possível a competições. Andréa conta que incentiva muito os filhos porque sempre foi do esporte, ”Quando criança, eu pratiquei ginástica olímpica, tênis, vôlei, basquete. O esporte acentua a qualidade de vida, pois o ambiente é muito bom”, afirma.

Andrea diz que cada um de seus filhos tem uma maneira diferente de lidar com as competições. “Gabi é mais independente e quando esta para nadar não gosta que eu fique perto para não tirar a concentração ou deixá-la nervosa; Dani gosta de estar sempre comigo, fica bem ansiosa, durante a semana ela passou mal dois dias, por causa da competição .

Neste fim de semana, excepcionalmente, a mãe não pode acompanhar a todos, Michele estava no Interior de São Paulo, competindo e quem a acompanhou foi o pai. Já Matheus, acompanhava a mãe filmando e fotografando as provas das irmãs mais novas.



Matéria publicada no UNISANTA NOTÍCIAS.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Muay Thai traz bom condicionamento físico e psicológico


Uma luta de mais de dois mil anos, omuay thai foi criado pelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para obter boa saúde. É conhecida na Tailândia como Luta da Liberdade, Arte dos Livres ou também A arte das Oito Armas.

O lutador
Michel Camilo Sampaio conta que o Muay Thai é a arte de oito armas porque usa a combinação dos dois cotovelos, dois punhos, dois joelhos e as duas canelas. A defesa e o ataque ao adversário podem ser feitos com socos, cotoveladas, joelhadas e chutes. Estes por sua vez proporcionam ao praticante um ótimo preparo físico e mental.

Benefícios
- A disciplina rígida ensina estar de bem com o espírito e com o corpo e não utilizar a técnica para violência, mas para procurar paz interior.

O exercício ainda trabalha a parte aeróbica dando melhor condicionamento físico e ajuda a perder peso. "Em um treino não muito forçado, de uma hora e meia, pode se perder dois quilos", garante o lutador.

O estudante Rafael da Silva Sodré conheceu o
muay thai quando faziataekwondo. “Resolvi fazer porque o muay thai
é um esporte mais duro e mais gostoso. Faz dois anos que pratico. Depois que comecei melhorou a minha bronquite e sempre que treino fico mais tranqüilo”.

A estudante Renata Sampaio Duarte conheceu a
academia de muay thai por um amigo da escola. Fez uma aula, gostou e resolveu continuar, já que estava parada. Ela pratica o esporte há cinco meses e diz que já percebeu uma melhora em relação o seu corpo e no condicionamento de maneira geral.

Juliana Milani Lima, amiga da estudante, está apenas há duas semanas praticando. “Comecei por influência da Renata e por não estar praticando nenhum exercício físico. Mesmo com pouco tempo, vejo algumas melhoras físicas”, diz.

O biólogo Leonardo Maia relatou que decidiu fazer para poder praticar uma atividade física aeróbica, e encontrou isso no
muay thai. “A luta trabalha bastante com o corpo. Em três meses de
academia, melhorou meu desempenho físico, ganhei agilidade e perdi peso”.


Matéria publicada no UNISANTA ONLINE de 17/04/10.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sem idade para ficar plugado na rede




Engana-se quem pensa que a Internet é algo exclusivo aos jovens. Cada vez, a chamada terceira idade adere às novas tecnologias e procura na rede o espaço que os mais novos já estão acostumados. O Sesc, por exemplo, oferece o curso Terceira Idade na Web. Pelo menos, 19 alunos participam das aulas.

A oficina é uma iniciação para idosos ao mundo virtual, como explica a professora, Juliana Gonçalves Ramos, 25 anos, instrutora de internet e multimídia. “O objetivo é a inclusão digital, introdução da tecnologia desde a parte teórica até a prática”, diz.
Juliana ainda explica que os alunos desejam aprender a usar o computador pois tem um em casa, viram um familiar mexendo, o que provocou a curiosidade de saber como que funciona ou até mesmo para ocupar o tempo livre e gastá-lo com algo diferente.

Os alunos iniciam o curso aprendendo a ligar o computador, seguem descobrindo ferramentas como o mouse e teclado, e no fim do curso já terão uma certa independência para usar o computador sozinhos. ”Eles saem daqui podendo sentar à frente de um computador e conseguir acessar site sem ajuda nenhuma”, conta.

As aulas têm dado resultados positivos, como descreve a pensionista, Zilá Souza Araujo, de 61 anos. “Comecei a fazer o curso porque não entendia nada de computador e hoje já estou me atualizando. Uso tudo o que aprendi na aula para trocar sites com as minhas amigas e também para pesquisar sobre artes plásticas”, diz, empolgada.

O aluno Luiz Alberto de Oliveira Thomé estava interessado em fazer a oficina desde o ano passado. “Na primeira vez que mexi no computador, fui ao Poupatempo para me cadastrar na Nota Fiscal Paulista. Senti-me deslocado porque todo mundo sabia mexer no computador, menos eu”, diz.

O portuário aposentado Osvaldo Joaquim, 68 anos, achou interessante saber mais alguma coisa, buscando mais conhecimento num mundo tão interligado com a internet. A mesma opinião tem a aposentada Bendita Correa da Silva, 75 anos. “Gosto de tudo que é moderno, tenho e-mail, Orkut, MSN, conversava com minha neta que morou fora do país por e-mail e tenho aprendido mais desse mundo da internet aqui na oficina”, diz.

A oficina é gratuita e para participar é necessário que tenha, no mínimo, 60 anos e que faça inscrição antes de começar. No final de cada aula, os alunos recebem um resumo feito pela própria professora com tudo o que aprenderam na aula. Uma nova turma terá início em agosto.


Matéria publicada no Primeiro Texto - Jornal Laboratório do 3º semestre de Jornalismo (FaAC) - Manhã - Ano XIII nº 7 - 31 Março 2010.

Telefones celulares com TV decepcionam seus usuários




Foram lançados no mercado nos últimos tempos diversos tipos de aparelhos de telefone celular equipados com recepção de televisão. Entretanto, usuários reclamam que estes dispositivos nem sempre funcionam e não cumprem as expectativas iniciais.


Segundo o professor de Engenharia da UNISANTA, Hugo Santana Lima, o mau funcionamento é causado por um problema de sinalização. Aparelhos que recebem o sinal analógico não funcionam, já os equipados para receber o sinal digital não encontram tal dificuldade.


O engenheiro explica que isso acontece pois os celulares ainda não estão bem preparados para receber o sinal digital, e compara o fato com o surgimento da FM na sua adolescência. “Quando eu era jovem e surgiu a FM na qual a transmissão era muito melhor que a da AM. Era difícil de sintonizar até os aparelhos serem adaptados para recebê-la. É o mesmo que acontece no caso de celulares com TV. O problema maior é que muitos deles recebem o sinal analógico, e para funcionarem bem teriam que captar o sinal digital.”


Mirian Narcisio Martins, de 59 anos, auxiliar de enfermagem, relata que ao comprar o celular por curiosidade, esperava acompanhar uma novela que estava passando à tarde na época em que comprou. "Não pega em todos os lugares. É uma porcaria, pois o canal que eu quero não está pegando em lugar nenhum. Resumindo, o celular deixou muito a desejar”, reclama.


Meyrielli Alves Rodrigues de Almeida, cordenadora de pesquisa e auxiliar administrativa do InCor, que ganhou o aparelho de telefone móvel com televisão do marido no ultimo Natal, diz ter pedido o presente só para assistir à TV no trajeto de casa para o trabalho para se distrair e ao mesmo tempo ficar informada de tudo que acontece enquanto está no metrô ou no ônibus."Perdemos tempo e dinheiro, a TV fica buscando o sinal, nunca funciona quando quero ver, e ao invés de distrair, acabo ficando irritada”, lamenta. Ironicamente, ressalta, “o mais legal é que ela funciona perfeitamente em casa, onde não preciso da televisão no celular.”



Matéria publicada no UNISANTA ONLINE .

Power Pool traz qualidade de vida e músculos mais firmes






Queimar calorias, tonificar os músculos e ter mais disposição no seu dia a dia de maneira dinâmica e aeróbica. Estas são as promessas do Power Pool. “Trata-se de uma hidroginástica mais puxada”, define a professora de Educação Física e especializada em esportes aquáticos, Carla Maria Santos da Silva.
Carla explica que na aula de 45 minutos, na qual ela segue um programa de exercícios pré coreografados com nove músicas conhecidas, ambos da Body System, cada um deles músicas tem a função de trabalhar uma área diferente do corpo. Desde o aquecimento, picos de intensidade, onde os batimentos cardíacos são mais elevados, até o relaxamento trabalha-se a musculatura em geral e os exercícios de suspensão são os únicos os quais utilizam material, como o macarrão.


O exercício é indicado a todas as pessoas, as que possuem algum problema como artrite ou de coluna necessitam de liberação médica, e no caso da terceira idade só é recomendado àqueles que sempre praticaram exercícios físicos, como no caso citado pela professora, “Eu tenho um aluno com mais de 60 anos e nada aqui há mais de 20. Ele fez uma aula quando nós lançamos um novo mix, adorou e hoje está fazendo aqui com a gente.”, diz .
O aposentado Kenji Tuzuki, 73 anos, que nada há mais de 20 confirma as palavras da professora, “Vim matar a curiosidade e gostei.
O Power Pool veio complementar o que estava faltando depois que sai da musculação e fiquei fazendo apenas natação”, lembra.


A atividade além de queimar calorias e trabalhar a musculatura, melhora a capacidade cardiorrespiratória, coma afirma a aluna Bruna Mazzini da Silva, 20 anos, estudante de Educação Física, “Antes eu não fazia nada, e quando comecei aqui passei a ter mais disposição, melhorou meu condicionamento cardiorrespiratório, cardiovascular e me sinto mais disposta”.


Matéria publicada no
Primeiro Texto
- Jornal Laboratório do 3º semestre de Jornalismo (FaAC) - Manhã - Ano XIII nº 3 - 17 de Março 2010.