sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Mariana TERRA de Alfenas para o mundo
domingo, 7 de novembro de 2010
Toda regra tem sua exceção!
De Alfenas para o Mundo
O jeito acanhado mineiro com certeza não faz parte da vida dela. As raízes de sua terra natal podem ser percebidas pelo sotaque puxando o “R”, quando ela se aventura na cozinha para preparar pratos deliciosos, inclusive o famoso pão de queijo, e na determinação de conseguir tudo que quer, às vezes com o “jeitinho mineiro”.
Quem conhece essa menina já se acostumou com a fome de letras na hora de falar, juntando uma palavra na outra, comendo algumas terminações e precisando que os amigos a lembre de respirar.
Abandonar os pais e vir morar com a madrinha e a prima em uma cidade a 313 quilômetros de tudo que sempre foi sua vida, não foi fácil. A força de vontade para realizar o sonho mostra o quanto ela é uma pessoa determinada e capaz. Brigar com o pai para poder fazer Jornalismo foi apenas um desafio que ela enfrentou. A cada dia é necessário enfrentar pequenos obstáculos para continuar seguindo o sonho.
Todos que realmente conhecem essa menina só têm coisas boas para falar sobre ela, se ja como é uma amiga sempre presente, disposta a fazer de tudo para ajudar os amigos, ou como consegue fazer as pessoas se divertirem apenas em conversar com ela. Quem não a ama é por que não conhece a verdadeira Mariana, ou então por que gostaria de ter pelo menos algumas qualidades que ela tem de sobra.
Com ela não existe tempo ruim, nem programa ruim, o que importa é estar com aqueles que ama e fazer de tudo para aproveitar cada instante.
Na família, ela é considerada um presente, já que foi por causa da gravidez dela que os pais oficializaram o amor. Hoje a família aumentou, há um irmão para dividir todo o amor da família. A cada despedida após uma viagem a Alfenas, deixa Augusto aos prantos na rodoviária, falando o quanto ama a irmã e o quanto sentirá saudades. Às vezes em apenas alguns minutos o telefone toca, outras ocasiões os pais conseguem segurar o filho e só o deixar telefonar quando ela chega em Santos. Mas sempre é a mesma declaração: “Má, já estou com saudades. Volta logo”, diz o Xu, apelido carinhoso dado pela irmã, com a voz soluçante.

Por Mariana Serra, amiga
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Grama e água revelam jovens talentos
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“O Denyzinho começou a jogar bola praticamente quando começou a andar, vivia com bola pra cima e pra baixo inclusive indo a campos de futebol com o pai”, revela a mãe Cláudia Facincani. Quando o menino tinha apenas três anos os pais abriram uma quadra de futebol society e o pai ensinava futebol para garotada, com isso a família percebeu o dom do pequeno jogador.A partir daí, Denys foi jogar futebol de salão no Santos, começou a se destacar e em um churrasco, que foi com o pai, seu talento foi descoberto. “O empresário do Ronaldinho ficou encantado ao vê-lo jogar e falou para o meu marido: Esse menino é meu”, relembra Cláudia.
Há cinco anos, o presidente do São Paulo Futebol Clube ligou para seu marido, pedindo que ele deixasse Denys treinar no centro de treinamento do São Paulo, em Cotia. Por ser em outra cidade ficou combinado que ele mandaria um táxi para buscá-lo e trazê-lo de volta, isso acontece até hoje, duas vezes por semana.
Ela conta que nunca fizeram investimento algum. Pelo contrário, o garoto recebe para jogar. O gasto maior é com chuteiras. “Denyzinho toda hora quer chuteira diferente”. Denys joga como meia esquerdo na categoria sub13, e acha muito bom treinar no São Paulo, já que ele encontra por lá uma estrutura diferenciada.
Cientes que nem sempre a habilidade da criança permanece, os pais conversam sempre com o menino. “Conversamos e orientamos muito nosso filho porque não sabemos se um dia ele vai ser um jogador de futebol. Procuramos valorizar seus estudos e sua personalidade”, explica Cláudia.
Nas piscinas - Gabrielle Gonçalves Roncatto também têm 12 anos e nada desde os sete. Começou nas piscinas por causa do irmão mais velho, que entrou na natação logo que sua família veio morar em Santos. “E foi aí que eu me apaixonei pela natação”, conta a jovem nadadora.Invicta na temporada, ela tem esbanjado talento em todas as competições organizadas pelaFederação Aquática Paulista. Gabi nada na categoria Petiz II, desponta como uma grande promessa do esporte brasileiro para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. A atleta espera continuar todo o trabalho que fez esse ano. “Ano que vem já começo a ter outros tipos de campeonato, e o meu objetivo é sempre o mesmo: ter uma medalha nas Olimpíadas. Já conversei com o meu técnico e estamos treinando para isso.”A mãe de Gabrielle, Andréa Gonçalves, não mede esforços para acompanhar sua jovem atleta. Leva para aos treinos e sempre que possível a competições. Andréa conta que incentiva muito os filhos porque sempre foi do esporte. ”Quando criança, eu pratiquei ginástica olímpica, tênis, vôlei, basquete. O esporte acentua a qualidade de vida, pois o ambiente é muito bom”, afirma.
Ela pode ser considerada destaque também pelo seu carinho e preocupação com os colegas de equipe. Gabi tem costume de fazer cartas e bilhetinhos para incentivar os colegas. “Um dia antes da competição, ela xerocou bilhetinhos para distribuir à equipe”, conta sua mãe. Antes das suas provas, ela fica o tempo todo ao lado do técnico incentivando os amigos que nadam antes dela.
No campeonato estadual petiz de inverno, ela foi o grande destaque da equipe da Unisanta, conquistando ouro em três provas individuais: 100m livre, 100m costas e 200m medley. Já no torneio Troféu Ivo Lourenço - Sudeste de Natação conquistou mais três medalha de ouro, nadando 200m medley, 50m livre e 100m peito. Gabi ainda ajudou a equipe a conquistar uma prata e um bronze nos revezamentos. Tantos resultados se devem à uma hora e meia de treinos diários.
domingo, 10 de outubro de 2010
Primeiro DVD do União Duradoura promete surpresas

terça-feira, 5 de outubro de 2010
Alunos da FEFESP participam do dia do Idoso no Sesc/ Santos
No ginásio do Sesc, os alunos estavam divididos entre seis estações. A primeira era a de avaliação física, na segunda estação, que foi dada como abertura do evento, alunos e idosos puderam se aquecer com uma aula de dança. Em seguida, partiram para o vôlei adaptado. Já na quarta estação puderam se alongar no step com o bastão. A penúltima etapa foi a do basquete adaptado e a última parte a mais tranquila, a de relaxamento. Ao fim a aluna que coordenou a ultima das estações leu uma mensagem a todos que participaram.
A aluna do quarto ano Daniele Tavares Martins, que participa pela segunda vez consecutiva do evento, acha muito importante esta interação jovem e idoso, pois possibilita aos idosos que se sintam mais jovens. “Muitos dos idosos que estão aqui são mais jovens que muitos jovens. Têm muito mais disposição, praticam mais atividades físicas que muita pessoa nova por ai.”
A aposentada Maria Helena Cunha conta que começou a fazer exercícios físicos por problemas na coluna e não parou mais. “Eu gosto muito de praticar exercícios e sempre que tenho oportunidade de participar de eventos como este aproveito bastante.”
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Santa Teen e Talentos
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Mega-sena sorteia um dos maiores prêmios da história
De acordo com a Caixa Econômica Federal o maior prêmio já sorteado foi de R$144,9 milhões na Mega da Virada, em 31 de dezembro de 2009 e as dezenas mais sorteadas são 05, 41 e 33.
A bolada, que vinha acumulada há nove concursos, foi sorteada na noite de ontem. As apostas foram feitas até as 19h (horário de Brasília) uma hora antes do sorteio. E antes de saírem os números, muitos já sonhavam em se tornar milionários da noite para o dia.
O diagramador Cláudio Oliveira, conta que eles já fazem bolões há dez anos. “Quando começamos eram 30 pessoas, hoje temos 60 por sorteio da Mega-Sena. Estabelecemos uma cota de R$3,00, já quando são sorteados valores mais altos fazemos o bolão de R$10,00.”
“Fazer uma fezinha na loteria pode ser a oportunidade de ganhar um dinheiro que jamais ganharia em uma vida toda de trabalho”, relata o professor de natação José Orlando Dias da Silva, que pretendia gastar o dinheiro viajando com a namorada, família e amigos.
A aposentada Francisca Iolanda que joga só quando acumula valores altos, pretende ajudar pessoas que precisam, investir o dinheiro no mercado de ações e colocar em poupanças em bancos diferentes. O advogado Cássio Vilela disse que se fosse o sortudo também iria deixar render em poupança e investir em imóveis. “Ganhando essa quantia terei garantida minha estabilidade financeira e o futuro da família.”
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Férias em Alfenas
Ao pesquisar o significado de férias encontrei as seguintes definições: férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes, etc. Férias época de repouso. O corpo humano não pode atuar com toda sua potencialidade sem períodos freqüentes de repouso. Há muito os médicos reconheceram que várias doenças do corpo e do sistema nervoso podem ser curadas apenas com a ausência da atividade normal e cotidiana. A mudança da rotina cotidiana que ajuda a restaurar o corpo, a mente e a disposição das pessoas chama-se férias.
E nesse momento de descanso tentando mudar minha rotina, comecei pela cidade. Durante o período de aulas passo meus dias corridos na deliciosa cidade de Santos, já nas férias vou para Alfenas, cidadezinha pacata do interior de minas onde nasci e morei até meus 18 anos.
Os motivos que ainda me levam a *pqp do mundo, são a minha família e meus amigos, se não fossem por estes, que são umas das razões do meu viver, eu não viria para Alfenas tão cedo. Aqui você pode repousar, aliás, é a única coisa que tem para fazer, afinal a programação cultural e turística não é uma das coisas mais atraentes na cidade.
Ah para repousar e engordar a cidade é uma ótima escolha!
Quando estou prestes a vir, já fico pensando o que vou comer e onde, #momentogordinha.Aqui vão algumas das minhas sugestões gastronômicas da cidade:
Qui Pão de Queijo: são três lanchonetes espalhadas pelo centro da cidade, o nome já diz que lá vende pão de queijo, lógico que não chega nem perto do pão de queijo feito pelo meu pai, mas é muito bom! Você pode comer puro ou recheado, eu sugiro o de frango com catupiry.
Chalé Lanches: um carrinho, chalé,casinha como preferir, estabelecimento existente na cidade desde a época em que meus pais eram apenas namorados (e como isso faz tempo). Tem sanduiches para todos os gostos, o sabor é o melhor que eu já vi, não tem nada a ver com Mc e esses sanduiches de cidade grande. Meu pedido é Frango bacon salada com milho e batata, agora se preferir uma coisa mais leve ou achar que não vai dar conta de comer, afinal o além do sabor o tamanho é um diferencial destes sanduiches, o X Maionese é muito gostoso e da para conhecer bem o gostinho de um típico sanduiche do Chalé. Aaaaaaaahhh já ia me esquecendo a maionese verde (temperada com ervas finas) do Chalé é a melhor da cidade!
Restaurante do Ali: eu sou suspeita de falar do restaurante e do cardápio dele, pois o restaurante é dos meus tios, as únicas coisas que não me atraem muito no cardápio são alguns tipos de comida árabe. Para jantar ou almoçar eu gosto muito do filé a permegiana, como lanche os beirutes são deliciosos, os melhores são o nº2 e o 4 do cardápio de beirutes. Adoro a variedade de sucos existentes no cardápio. Uma novidade que está em teste no período de férias e eu amei, é o almoço self-service. Mesmo com self-service você ainda pode pedir o prato do cardápio da maneira que era feita há meses atrás, mas agora também tem a opção de servir só o que você quer. No primeiro dia de teste do self-service fui com meus pais para experimentar, e o prato do dia era feijoada. Ela é feita da maneira tradicional onde se cozinha tudo junto, mas quando vai para o balcão, vai em rechauds separados, feijão em um, carnes em outro, caldo em outro e assim sucessivavemente, para pessoas que gostam só do feijão da feijoada isso é uma maravilha, pois não precisa ficar caçando feijão neste tradicional e engordativo prato da culinária mineira.
Ah no Restaurante do tio Ali é você encontra uma grande variedade de vinhos, cervejas e vodkas nacionais e importados. Já estava me esquecendo das sobremesas deliciosas, petit gateu e tortinha floresta negra para mim são as melhores.
Estes são os meus preferidos, mas aqui tem muitas opções lanchonetes, sorveterias, açaís, pastelarias, a única coisa que a cidade deixa a desejar é no seu tamanho, então são sempre as mesmas pessoas e os mesmos lugares.
No domingo fui passear com meus pais em Alterosa, cidade natal do meu pai e na estrada vi uma coisa que nem fazia idéia que ainda existia, carros de bois na estrada. Aí vai uma foto, afinal recordar é viver!
Em resumo minhas férias foram boas e beeeem tranqüilas, tirando a reforma que está fazendo na casa dos meus pais o resto foi muito sossegado. Mudei o visual, reencontrei os velhos amigos, matei a saudade, dormi muito, li um livro, assisti filmes e seriados, ainda falta uma semana e três dias para o fim das férias, mas já estou mais do que pronta para o segundo semestre, que venham as aulas, trabalhos, provas, e muita força para correr atrás dos meus sonhos e projetos!
Aqui estão algumas fotos dos melhores momentos das minhas férias.
*Definição de Alfenas, por um conhecido.
terça-feira, 22 de junho de 2010
XXVII Jogos da Unisanta
Momento do Jogos 2010 - Larte 20/05
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Lojas de acessórios e decoração vendem cor e barulho

Matéria publicada no UNISANTA ONLINE de 03/06/10.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Giv Club: passaporte para uma experiência única na música eletrônica
"Além de balada é a minha “segunda casa”,um lugar que eu me sinto à vontade e tenho ótimas recordações. Afinal eu cresci ali."A estudante de Jornalismo Mariana Rio frequenta o Giv Club desde que a casa abriu em 2007, ela conta que o local não é apenas uma balada onde vai só para se divertir e dançar, mas é um lugar onde viveu bons momentos e passou por diversas situações legais que marcaram a sua vida.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Fotos Troféu Maria Lenk 2010
Realizado no Complexo Aquático da Unisanta no período de 3 a 9 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Batata felpuda ganha patente

Eva conta que a ideia de fazer a batata recheada já estava sendo planejada há algum tempo. "Já tinha a batata pronta na cabeça, como seria preparada, a forma que ela seria e o recheio. Fiz tudo conforme estava na minha cabeça para fazê-la na chapa, mas como não tinha, eu a moldei com um colher na frigideira, recheei com presunto, queijo e tomate e outra camada de batata em cima. Tentei moldá-la da maneira que estava na minha cabeça. Ficou meio deformada, mas naquele primeiro momento eu queria que a Vera experimentasse", diz.
Por já trabalharem com batata frita há algum tempo, o cheiro de fritura já estava impregnado na casa, carro, nelas e até na cachorrinha. Vera não só experimentou como aprovou a ideia. "A partir daquele dia não venderíamos mais batata frita, mas a recheada", lembra.
Eva e a Vera contam que no começo tinham medo do pessoal não gostar, mas a batata não só fez sucesso como trouxe clientes de cidades vizinhas. Foi de um desses clientes que veio a ideia de patentear a receita. "Um cliente do Guarujá nos perguntou se já havíamos patenteado, afirmei que não , então ele disse que nós deveríamos patentear, pois qualquer um poderia fazer, mas nós que criamos", diz.
Os recheios das batatas são da responsabilidade de Vera, que, segundo Eva, tem melhores idéias e sabe temperar de uma forma que agrada mais ao público. Dentre os sabores de recheio estão: bacalhau, frutos do mar, calabresa, camarão, camarão com palmito, carne assada com champignon, carne seca, escarola com bacon, frango, mussarela catupiry e bacon, palmito, portuguesa, presunto, quatro queijos e salame com queijo. Todos acompanham tomate, milho, cebola e azeite. As de frutos do mar e bacalhau custam sete reais. Os demais sabores, seis reais.
A batata recebe o nome de batata felpuda, porque ela é cozida e ralada, e quando feita na hora dá para se ver os fiapos do alimento. A barraca da Batata Felpuda está todos os sábados e feriados na feira de artesanato na praia do Boqueirão e aos domingos em frente ao Sesc.
Buscando inovar sempre, elas pretendem fazer delivery durante a semana, e neste caso, além de pedir a batata, o cliente terá a possibilidade de solicitar porções de arroz e salada. Ainda em busca de novidades, elas querem abrir um ponto comercial para venderem a batata felpuda.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Irmãs Roncatto fazem bonito dentro e fora das piscinas
Gabrielle Gonçalves Roncatto nadou as provas dos 100 metros peito e 100 metros costas na categoria petiz II. Ela conquistou ouro nas duas. Nos primeiros 25 metros de sua segunda piscina na prova dos 100 costas, mostrou porque é um dos destaques da sua equipe, estava em torno de três a quatro corpos das suas adversárias.
Gabi pode ser considerada destaque também pelo seu carinho e preocupação com os colegas de equipe, ela tem costume de fazer cartas e bilhetinhos para incentivar os colegas. “Um dia antes da competição, ela xerocou bilhetinhos para distribuir à equipe”, conta sua mãe. Antes das suas provas ela ficou o tempo todo ao lado do técnico incentivando os amigos que iriam nadar antes dela.
Para Gabi, que considera a natação a sua vida, tudo que pensa e faz é em função desse esporte. Diz ser muito bom ter a família inteira na natação. Para ela, isso contribui para que todos se entendam bem. A jovem nadadora conta que os irmãos mais velhos que também nadam lhe dão dicas de comidas e como lidar com o nervosismo. “Eles incentivam zoando, brincando que ganham de mim e tudo mais, para me incentivar a superar meus tempos”, conta.
Ainda fazem parte da família Roncatto Michelle, a mais velha e Matheus, também atletas da UNISANTA e, como Gabi e Danielle, alunos do Colégio Santa Cecília.
Todos estão sempre acompanhados pela mãe, Andréa Gonçalves. Ela não mede esforços para acompanhar seus jovens atletas. Leva seus filhos aos treinos e sempre que possível a competições. Andréa conta que incentiva muito os filhos porque sempre foi do esporte, ”Quando criança, eu pratiquei ginástica olímpica, tênis, vôlei, basquete. O esporte acentua a qualidade de vida, pois o ambiente é muito bom”, afirma.
Andrea diz que cada um de seus filhos tem uma maneira diferente de lidar com as competições. “Gabi é mais independente e quando esta para nadar não gosta que eu fique perto para não tirar a concentração ou deixá-la nervosa; Dani gosta de estar sempre comigo, fica bem ansiosa, durante a semana ela passou mal dois dias, por causa da competição .
Neste fim de semana, excepcionalmente, a mãe não pode acompanhar a todos, Michele estava no Interior de São Paulo, competindo e quem a acompanhou foi o pai. Já Matheus, acompanhava a mãe filmando e fotografando as provas das irmãs mais novas.
Matéria publicada no UNISANTA NOTÍCIAS.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Muay Thai traz bom condicionamento físico e psicológico
Uma luta de mais de dois mil anos, omuay thai foi criado pelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para obter boa saúde. É conhecida na Tailândia como Luta da Liberdade, Arte dos Livres ou também A arte das Oito Armas.
O lutador Michel Camilo Sampaio conta que o Muay Thai é a arte de oito armas porque usa a combinação dos dois cotovelos, dois punhos, dois joelhos e as duas canelas. A defesa e o ataque ao adversário podem ser feitos com socos, cotoveladas, joelhadas e chutes. Estes por sua vez proporcionam ao praticante um ótimo preparo físico e mental.
Benefícios - A disciplina rígida ensina estar de bem com o espírito e com o corpo e não utilizar a técnica para violência, mas para procurar paz interior.
O exercício ainda trabalha a parte aeróbica dando melhor condicionamento físico e ajuda a perder peso. "Em um treino não muito forçado, de uma hora e meia, pode se perder dois quilos", garante o lutador.
O estudante Rafael da Silva Sodré conheceu o muay thai quando faziataekwondo. “Resolvi fazer porque o muay thai é um esporte mais duro e mais gostoso. Faz dois anos que pratico. Depois que comecei melhorou a minha bronquite e sempre que treino fico mais tranqüilo”.
A estudante Renata Sampaio Duarte conheceu a academia de muay thai por um amigo da escola. Fez uma aula, gostou e resolveu continuar, já que estava parada. Ela pratica o esporte há cinco meses e diz que já percebeu uma melhora em relação o seu corpo e no condicionamento de maneira geral.
Juliana Milani Lima, amiga da estudante, está apenas há duas semanas praticando. “Comecei por influência da Renata e por não estar praticando nenhum exercício físico. Mesmo com pouco tempo, vejo algumas melhoras físicas”, diz.
O biólogo Leonardo Maia relatou que decidiu fazer para poder praticar uma atividade física aeróbica, e encontrou isso no muay thai. “A luta trabalha bastante com o corpo. Em três meses de academia, melhorou meu desempenho físico, ganhei agilidade e perdi peso”.
Matéria publicada no UNISANTA ONLINE de 17/04/10.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Sem idade para ficar plugado na rede
A oficina é uma iniciação para idosos ao mundo virtual, como explica a professora, Juliana Gonçalves Ramos, 25 anos, instrutora de internet e multimídia. “O objetivo é a inclusão digital, introdução da tecnologia desde a parte teórica até a prática”, diz.
Os alunos iniciam o curso aprendendo a ligar o computador, seguem descobrindo ferramentas como o mouse e teclado, e no fim do curso já terão uma certa independência para usar o computador sozinhos. ”Eles saem daqui podendo sentar à frente de um computador e conseguir acessar site sem ajuda nenhuma”, conta.
As aulas têm dado resultados positivos, como descreve a pensionista, Zilá Souza Araujo, de 61 anos. “Comecei a fazer o curso porque não entendia nada de computador e hoje já estou me atualizando. Uso tudo o que aprendi na aula para trocar sites com as minhas amigas e também para pesquisar sobre artes plásticas”, diz, empolgada.
O aluno Luiz Alberto de Oliveira Thomé estava interessado em fazer a oficina desde o ano passado. “Na primeira vez que mexi no computador, fui ao Poupatempo para me cadastrar na Nota Fiscal Paulista. Senti-me deslocado porque todo mundo sabia mexer no computador, menos eu”, diz.
O portuário aposentado Osvaldo Joaquim, 68 anos, achou interessante saber mais alguma coisa, buscando mais conhecimento num mundo tão interligado com a internet. A mesma opinião tem a aposentada Bendita Correa da Silva, 75 anos. “Gosto de tudo que é moderno, tenho e-mail, Orkut, MSN, conversava com minha neta que morou fora do país por e-mail e tenho aprendido mais desse mundo da internet aqui na oficina”, diz.
A oficina é gratuita e para participar é necessário que tenha, no mínimo, 60 anos e que faça inscrição antes de começar. No final de cada aula, os alunos recebem um resumo feito pela própria professora com tudo o que aprenderam na aula. Uma nova turma terá início em agosto.
Telefones celulares com TV decepcionam seus usuários
Power Pool traz qualidade de vida e músculos mais firmes
Queimar calorias, tonificar os músculos e ter mais disposição no seu dia a dia de maneira dinâmica e aeróbica. Estas são as promessas do Power Pool. “Trata-se de uma hidroginástica mais puxada”, define a professora de Educação Física e especializada em esportes aquáticos, Carla Maria Santos da Silva.
Carla explica que na aula de 45 minutos, na qual ela segue um programa de exercícios pré coreografados com nove músicas conhecidas, ambos da Body System, cada um deles músicas tem a função de trabalhar uma área diferente do corpo. Desde o aquecimento, picos de intensidade, onde os batimentos cardíacos são mais elevados, até o relaxamento trabalha-se a musculatura em geral e os exercícios de suspensão são os únicos os quais utilizam material, como o macarrão.
O exercício é indicado a todas as pessoas, as que possuem algum problema como artrite ou de coluna necessitam de liberação médica, e no caso da terceira idade só é recomendado àqueles que sempre praticaram exercícios físicos, como no caso citado pela professora, “Eu tenho um aluno com mais de 60 anos e nada aqui há mais de 20. Ele fez uma aula quando nós lançamos um novo mix, adorou e hoje está fazendo aqui com a gente.”, diz .
O aposentado Kenji Tuzuki, 73 anos, que nada há mais de 20 confirma as palavras da professora, “Vim matar a curiosidade e gostei. O Power Pool veio complementar o que estava faltando depois que sai da musculação e fiquei fazendo apenas natação”, lembra.
Matéria publicada no Primeiro Texto - Jornal Laboratório do 3º semestre de Jornalismo (FaAC) - Manhã - Ano XIII nº 3 - 17 de Março 2010.
