.jpg)
O futebol está no sangue do pequeno Denys Giacomelli Facincani, 12 anos, filho de Denys Luckt e Facincani ex-lateral esquerdo de times como Palmeiras, São Paulo, Corinthians, entre outros e atual auxiliar técnico do Atlético Paranaense.
“O Denyzinho começou a jogar bola praticamente quando começou a andar, vivia com bola pra cima e pra baixo inclusive indo a campos de futebol com o pai”, revela a mãe Cláudia Facincani. Quando o menino tinha apenas três anos os pais abriram uma quadra de futebol society e o pai ensinava futebol para garotada, com isso a família percebeu o dom do pequeno jogador.A partir daí, Denys foi jogar futebol de salão no Santos, começou a se destacar e em um churrasco, que foi com o pai, seu talento foi descoberto. “O empresário do Ronaldinho ficou encantado ao vê-lo jogar e falou para o meu marido: Esse menino é meu”, relembra Cláudia.
Há cinco anos, o presidente do São Paulo Futebol Clube ligou para seu marido, pedindo que ele deixasse Denys treinar no centro de treinamento do São Paulo, em Cotia. Por ser em outra cidade ficou combinado que ele mandaria um táxi para buscá-lo e trazê-lo de volta, isso acontece até hoje, duas vezes por semana.
Ela conta que nunca fizeram investimento algum. Pelo contrário, o garoto recebe para jogar. O gasto maior é com chuteiras. “Denyzinho toda hora quer chuteira diferente”. Denys joga como meia esquerdo na categoria sub13, e acha muito bom treinar no São Paulo, já que ele encontra por lá uma estrutura diferenciada.
Cientes que nem sempre a habilidade da criança permanece, os pais conversam sempre com o menino. “Conversamos e orientamos muito nosso filho porque não sabemos se um dia ele vai ser um jogador de futebol. Procuramos valorizar seus estudos e sua personalidade”, explica Cláudia.
Nas piscinas - Gabrielle Gonçalves Roncatto também têm 12 anos e nada desde os sete. Começou nas piscinas por causa do irmão mais velho, que entrou na natação logo que sua família veio morar em Santos. “E foi aí que eu me apaixonei pela natação”, conta a jovem nadadora.Invicta na temporada, ela tem esbanjado talento em todas as competições organizadas pelaFederação Aquática Paulista. Gabi nada na categoria Petiz II, desponta como uma grande promessa do esporte brasileiro para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. A atleta espera continuar todo o trabalho que fez esse ano. “Ano que vem já começo a ter outros tipos de campeonato, e o meu objetivo é sempre o mesmo: ter uma medalha nas Olimpíadas. Já conversei com o meu técnico e estamos treinando para isso.”A mãe de Gabrielle, Andréa Gonçalves, não mede esforços para acompanhar sua jovem atleta. Leva para aos treinos e sempre que possível a competições. Andréa conta que incentiva muito os filhos porque sempre foi do esporte. ”Quando criança, eu pratiquei ginástica olímpica, tênis, vôlei, basquete. O esporte acentua a qualidade de vida, pois o ambiente é muito bom”, afirma.
Ela pode ser considerada destaque também pelo seu carinho e preocupação com os colegas de equipe. Gabi tem costume de fazer cartas e bilhetinhos para incentivar os colegas. “Um dia antes da competição, ela xerocou bilhetinhos para distribuir à equipe”, conta sua mãe. Antes das suas provas, ela fica o tempo todo ao lado do técnico incentivando os amigos que nadam antes dela.
No campeonato estadual petiz de inverno, ela foi o grande destaque da equipe da Unisanta, conquistando ouro em três provas individuais: 100m livre, 100m costas e 200m medley. Já no torneio Troféu Ivo Lourenço - Sudeste de Natação conquistou mais três medalha de ouro, nadando 200m medley, 50m livre e 100m peito. Gabi ainda ajudou a equipe a conquistar uma prata e um bronze nos revezamentos. Tantos resultados se devem à uma hora e meia de treinos diários.
Matéria publicada no Unisanta Online, edição de 06/11/10.
Nenhum comentário:
Postar um comentário